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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Caçada no Ladoeiro

(2019-08-24)

Caçada no Ladoeiro.
Uma jornada espetacular, pela amizade e pela Caça!




Com o Dr. Portela e Manuel Salgueiro ao centro.

De manhã fizémos uma "perninha" aos pombos pelos três, e à tarde "outra" aos patos, já com o Sr. Emílio.




No final tinhamos combinado retirar algum pato que ficasse na água com cana de pesca, e uma "amostra" que utilizariamos para "corricar" os mesmos para a margem. Para espanto, o Sr. Emílio acabou por ferrar um achigã que andaria seguramente acima de 1 kg!!!...e consideramos que ficaria bem no nosso quadro de Caça.


 (Um quadro de caça inesquecível!)

Pois é amigos, não consigo deixar de gostar "disto". E muito!

Grande abraço a todos,



ps. Obrigado ao Sr. Salgueiro, ao Dr. Portela, e Sr. Emílio Salavessa pelo convite e pela camaradagem durante um dia de quase 24 horas. 
Foi mesmo à antiga! 


terça-feira, 21 de agosto de 2018

Abertura 2018/2019: Patos e Rolas

2018 08 19 - Regresso a Porto Godinho

Muito bom para começar a época!

Um regresso muito "prazenteiro" a Porto Godinho e aos arrozais do Pranto (afluente do Mondego).
 
A Caça não foi muita, como sabíamos, mas é brava, as amizades genuínas e a vontade... a de sempre.

Está feita mais uma Abertura!

Dê-mos um "tirinho" aos Patos, com direito a colocação em "barca-chata", e de seguida aproveitamos para dar um "tirinho" ás Rolas, em terrenos adjacentes ao arrozal. 

Para concluir almoçamos com um grupo de companheiros dali e que ali caçaram também. Para entrada "Leitão assado", e para segundo um prato típico de Porto Godinho, "Arroz de Carneiro".

Gostei muito (de tudo!).









Tenho de agradecer ao Nelson a cordialidade de sempre, e a boa disposição com que sempre nos recebe.

Um grande abraço,

Luís Simões



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Patos e codornizes na Ribeira da Raia em Mora

(23/09/2017)
Durante a semana recebo a chamada do Sr. Carlos Gameiro com quem já não caçava hà "algum" tempo.  A ideia era ir-mos à Herdade da Chaminé em Mora tratar de uns cevadores para a próxima lua e deixar algum milho para o guarda continuar a tratar dos mesmos. Juntando o útil ao agradável a ideia seria fazer uma experiência aos Patos num pego da Ribeira da Raia, que atravessa a Herdade e testar um terreno adjacente às codornizes.


E assim foi, patos não passaram muitos, para além do bando que levantámos à nossa chegada. Ainda assim, consegui um bonito "real" de passagem.


Quanto às codornizes não estavam lá. O terreno tratava-se de uma baixa adjacente à Ribeira e ladeada de pomares de pessegueiros (aparentemente querençuda), mas praticamente "rapada" pelo gado (possivelmente ovelhas) que exploraram o restolho quase à exaustão. Ainda assim, levantá-mos duas lebres que deixaram os cães como loucos, e sempre foi um treino para a "Latifa". Dado que seria uma jornada "curtinha" e sossegada decidi levar uma cadela menos "rodada", uma setter inglês de 2 anos mas que se mostrou muito equilibrada em termos de busca, evidenciando um excelente comportamento cinegético e muito boa ligação.


No final lá acabamos por "visitar" os cevadores, e a meio da manhã estávamos já de regresso em Ponte de Sôr, a degustar uma maravilhosa bifana no pão, que "caiu que nem ginja" como se costuma dizer.


Fica mais uma recordação, desta vez da Ribeira da Raia em Mora onde nunca tinha caçado.




Aproveitamos a viagem para meter a conversa em dia, e recordar algumas caçadas que fizémos no passado. E vamos ver se conseguimos uma data para uma caçadinha aos Pombos este Inverno lá na "Chaminé".


A caça é mesmo assim!


Grande abraço, e boas caçadas,


Luis Simões

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Abertura 2017: Caça aos Patos no Salgado da Figueira da Foz

Não sendo a primeira vez que caçava no vale do Mondego, sempre que o fiz havia sido em arrozais. Este ano, e mais uma vez a convite do meu amigo Daniel Gomes, de Marinha das Ondas, decidi fazer a abertura no Salgado da Figueira da Foz, já próximo da foz do Mondego e da cidade da Figueira da Foz, avistada ao longe, dos terrenos onde íriamos caçar. Não caçava aos Patos com o Daniel  já hà alguns anos e isso deixava-me por um lado tranquilo - quanto à Caça - e bastante satisfeito por voltar a revê-lo, de caça, por ali, e aos Patos que tanto gosta, e de que tanto conhece. Estes terrenos de água - salgada - e abundante têm por crença dar abrigo aos patos, que ali se refugiam durante o dia para descansar e lavar a "pena", chegando nalguns períodos a constituir bandos de alguns milhares; embora sempre com alguns patos residentes, chegam normalmente em maior quantidade de manhã, regressando da pastagem nos arrozais, e saiem próximo da noite em busca do repasto.


Esta "Abertura" envolvia por isso alguma expectativa, emocional e também cinegeticamente falando. Voltamos a observar os patos previamente, e a discutir as localizações, colocações, cartuchos (que ali têm de ser de aço!), etc., etc.



 (Observação dos Patos ao cair da noite com a Ponte da Figueira da Foz ao longe,
e as luzes da cidade já iluminada)


A ideia seria de caçarmos "na água", evitando as linhas de fogo que normalmente ocupam as pequenas estradas e as motas que dividem os talhões, dando-nos algum sossego no momento da colocação (na ocupação dos postos), patos "divididos", e quaisquer outras confusões, conseguindo atirar e cobrar com relativa privacidade.


Pois, assim foi. Começamos a manhã com uma longa caminhada já dentro de água, no "escuro" (sem qualquer luz!), por forma a desestabilizar ao mínimo a zona,  até atingirmos a linha de juncos que havíamos decido ocupar. De facto só confiando muito em alguém que conheça muito bem estes "caminhos"; O Daniel à frente, com o fiel e obediente "Mascote", o meu filho Luís, que nos acompanhou, ao meio, e eu, em último. Seguem-se depois os momentos de preparação do equipamento por forma a ficarmos prontos para a acção que estaria prestes a desenrolar-se com a chegada (passagem) dos primeiros patos.  Naquele ambiente único, aqueles momentos de sossêgo que antecedem a entrada dos primeiros patos, encerram simultaneamente uma paz, e uma beleza indescrítiveis (é certo que a forma de cada um o sentir influenciará muito esta escala). Naquele cenário, emociona-me pensar que tenho o privilégio e a felicidade de ali estar, e caçar - à séria-, na companhia de um grande amigo, e do meu filho, numa realidade e condições que poucos alguma vez conhecerão e muitos menos, tenderão a apreciar daquela forma.



(Minha colocação  na água junto a uma pequena maracha de juncos)


Porém, os pensamentos são abruptamente descontinuados, assim que soam os silvos das asas dos primeiros patos, levando a um pulso imediato de adrenalina e da tentativa simultanea em avistá-los. Surgem os primeiros tiros a conta gotas e os primeiros patos que nos proporcionam atirar... daí até o nascer do dia "trazer" um verdadeiro corropio de patos no ar, em várias direcções e altitudes foi um ápice. Embora, muitos patos bastante altos... Estamos agora em alerta máximo e o objectivo é aproveitar os patos que nos passem em melhores condições, e teriam de ser "alguns" de acordo com o que havíamos visto previamente. Cerca das 09:30h e já numa fase de acalmia do movimentos dos patos, decidimos ir ao carro fazer uma pausa e comer a bucha.




(Caminhada dentro de água)

(Durante a bucha, no carro)


Uma excelente manhã de caça, onde ainda conseguimos "arrear" 10 patos.



(Mais uma excelente recordação proporcionada pelo Daniel)


E à saída da Zona de Caça ainda deu para apreciar as salinas,


(Salinas - Figueira da Foz)


-Daniel, por tudo, foi -mais - uma jornada de caça fabulosa.
O almoço, como sempre em tua casa nestes dias, de luxo. 
  
Felizmente para nós, a caça continua a ser uma paixão.


Grande abraço,


Luís Simoes 

domingo, 9 de agosto de 2015

Abertura de Agosto: Rolas ou Patos?

Este é o dilema que se coloca a muitos caçadores para a Abertura.




Pessoalmente, tenho caçado ambas as espécies, ainda que nos últimos anos, mais aos Patos.

 



Por esse motivo, decidi que este ano voltaria a fazer a abertura às Rolas, e na companhia do meu filho, que começa a despertar para "estas coisas", para grande prazer meu. Hà dez anos foi assim (foto acima, do lado direito), este ano será ele o meu companheiro de abertura às Rolas.
 

A Caça é de facto uma paixão, que nos "corre nas veias" e tenho um grande orgulho que assim seja. Logo, logo, virão as codornizes, coelhos, lebres, perdizes, tordos e galinholas, e onde os cães acrescentarão ainda mais prazer.

A Época está outra vez "aí"!

E não esqueça, antes da data, reveja os documentos, prepare os cartuchos e verifique as espingardas e equipamento. Recorde-se também que os cães precisam de treinar e adaptar-se o mais próximo possível às jornadas de caça. Sem treinos não pode exigir-lhes o que quer que seja e o mesmo se aplica a si. Experimente a passar pelo Campo de Tiro ou Campo de Treino, e dê uns tiros antes da data, com os seus cartuchos de Caça. Vai ver que tudo correrá muito melhor.

Boas caçadas e votos de uma Época, vivida com vontade e grande prazer.

Abraço,

Luís Simões